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[Presencial]Curso Preparatório para o DNIT - Engenharia Civil - Fortaleza/CE - Módulo 1

Teoria e Exercícios para Analista de Infraestrutura - Engenharia Civil

Curso presencial preparatório para o concurso do DNIT em Fortaleza - Ceará.

A inscrição para esse módulo já foi encerrada, as aulas começaram dia 03/04.

Somente terá acesso ao conteúdo deste curso quem está inscrito no curso presencial.


Informações

O curso será ministrado de maneira modular, sendo composto por 6 módulos no total.

O curso consistirá em encontros semanais, nos seguinte dias:

- Segunda-feira das 19h até 22h:15min, nos módulos ministrados pelo professor Anísio Meneses.

- Quinta-feira das 19h até 22h:15min, nos módulos ministrados pelo professor Ivo Almino

Podendo eventualmente ocorrerem aulas nos finais de semana.

Os planos para investimento são:

(1)-Módulo(s) avulso(s) - R$ 360,00 . Aplica-se ao aluno que não optar pelo curso completo, ou seja, que fizer um ou mais módulos avulsos.

(2)-Curso completo com investimentos por módulo- R$ 1.800,00 (representando um investimento médio de R$ 300,00 por módulo). Aplica-se ao aluno que optar pelo curso completo com investimentos por módulo, assim distribuído:

1º módulo: R$ 360,00

2º módulo: R$ 336,00

3º módulo: R$ 312,00

4º módulo: R$ 288,00

5º módulo: R$ 264,00

6º módulo: R$ 240,00


Aula 01

Seus professores


Anísio Meneses
Anísio Meneses

Com atuação no magistério desde 1999, o Professor Anísio Meneses já ministrou aulas em todos os níveis de ensino. Foi professor de ensino médio e fundamental de Física do Colégio Batista Santos Dumont, em Fortaleza. Orientou alunos do ensino médio para Olimpíadas de Física, alcançando certificado de honra ao mérito pela Sociedade Brasileira de Física. Lecionou na Universidade Estadual do Ceará no curso de Física – bacharelado e licenciatura, até 2005. Durante esse período publicou dois livros didáticos: Mecânica Básica e Termodinâmica. Atualmente, é professor da graduação e da pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Também ministra aulas de pósgraduação pelo INBEC, desde 2012, percorrendo diversas cidades brasileiras, além de Fortaleza: Belém, Porto Velho, São Luís, Teresina, Natal, Recife, Aracaju, Vitória, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Santa Maria, Cuiabá, Goiânia e Brasília.

O Professor Anísio Meneses é formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Piauí, turma de 1986. Concluiu o Mestrado em Engenharia Civil (área de concentração em Recursos Hídricos) na Universidade Federal do Ceará, em 1991. Participou, de 1997 a 1999 do programa de Doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, não tendo, ainda, defendido a sua tese.

Participou de duas breves experiências de intercâmbio em universidade estrangeiras: Campbellsville University (Kentucky, USA) e Université de Bourgogne (Dijon, France).

Colaborou, entre 1999 e 2001, com artigos de opinião sobre planejamento urbano e drenagem no Jornal Diário do Povo, de Teresina (PI).

Em 2010, iniciou um curso preparatório para concursos de Engenharia Civil, com uma formatação modular inédita no Brasil. Nesses sete anos, o sucesso tem sido marcante. Diversas primeiras colocações foram obtidas por participantes de seus cursos (presencial e online), em vários concursos federais (DNIT, CGU, POLÍCIA FEDERAL, CAIXA, MPOG, MPU, TRE, CHESF etc.).

O livro Temas de Engenharia Civil, lançado em 2009, é hoje referência em todo o País, para aqueles que se preparam para concursos na área de Engenharia Civil. Em 2016, o livro atingiu a 7ª. edição, com tiragem crescente.

Na sua trajetória estudantil e profissional, Anísio Meneses alcançou algumas colocações de destaque, a saber: - 1º lugar geral no vestibular da Universidade Federal do Piauí, em 1981. - 1º lugar no concurso da Justiça Federal, em 1984. - 1º lugar no concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª. Região, em 1991. - 1º lugar no concurso da Universidade Estadual do Ceará, para Professor do Departamento de Física, em 2002.

Lattes: http://lattes.cnpq.br/7881790966165337


Conteúdo


  Dúvidas
Disponível em dias
dias depois de sua inscrição
  Projeto geométrico de rodovias e Drenagem de rodovias
Disponível em dias
dias depois de sua inscrição
  Simulado
Disponível em dias
dias depois de sua inscrição

Uma carta de Anísio de Sousa Meneses Filho
Autor do livro TEMAS DE ENGENHARIA CIVIL(QUESTÕES COMENTADAS)

 

Como se preparar bem para um concurso público (ou de como não se apavorar)


Preliminarmente, já me apresento, procurando ser breve. Sou engenheiro civil, formado há mais de trinta anos. Graduei-me na Universidade Federal do Piauí, onde tive bons professores, dedicados e comprometidos com a qualidade do ensino. Saí satisfeito com a minha graduação – consegui, pelos menos, edificar uma boa autoestima. Depois, estudando em outras universidades, como USP, UFC e UFRGS, percebi que adquirira no curso de graduação apenas uma formação básica – eu aprendera bem menos do que deveria. E, então, a minha universitária formação se revelou medíocre, bem abaixo do que eu imaginava na minha, ainda que modesta, ambição.

Claramente, eu teria de continuar estudando (e sempre!). O mercado exige isso de qualquer profissional (mesmo!).

Tive, sim, boas oportunidades de trabalho logo que saí da Universidade – naquela época, eram poucos os graduados. A concorrência no mercado de trabalho era bem menor do que é hoje, embora fosse bem maior a concorrência no vestibular, para ingresso na Universidade.

Decidi, porém, migrar para prosseguir meus estudos numa pós-graduação. Moro no Ceará há quase três décadas. Vim para o curso de Mestrado na UFC e resolvi ficar. Praticamente toda a minha vida profissional foi construída no serviço público federal. Sou engenheiro do Tribunal Regional do Trabalho, aprovado num concurso há 27 anos – um concurso bastante concorrido, com uma única vaga ofertada (sim, passei em primeiro lugar!). Foi por sorte que passei nesse concurso – acredito nisso até hoje. Àquela época, a remuneração era muito atraente (de fato, bem mais expressiva do que é hoje, em termos relativos). Sei que havia muitos candidatos bem preparados, com boa formação acadêmica, aptos àquela tão disputada vaga. Essa sorte a que me refiro é, na verdade, uma sorte construída com um grande esforço de superação durante toda a minha vida escolar. Digo isso para reconhecer que, como em tudo na vida, passar num concurso público também é um lance de sorte. Eu concordo com o filósofo romano Sêneca, a quem se atribui a famosa frase ‘sorte é o que acontece quando capacidade encontra oportunidade’. Mas observo que capacidade aqui não é só conhecimento, nem se confunde com ele.

Daqui a poucos anos já farei jus à aposentadoria. Hoje sou pouco engenheiro – lido com auditorias de obras de engenharia (uma atividade interessante, em que se aprende muito, mas em que pouco se cria, efetivamente). Sou, como costumo dizer, mais professor do que engenheiro. Com efeito, tenho muito orgulho (muito mesmo!) de contribuir na formação de bons engenheiros para o nosso País, atuando na Universidade de Fortaleza, a UNIFOR, e na empresa ENGECURSOS. Muito me anima perceber a atratividade atual dos cursos de Engenharia, fato que se evidencia em todas as universidades brasileiras (e do mundo). As estatísticas apontam para a retomada da valorização da carreira técnica e para a elevação do nível remuneratório do engenheiro. Mas devo também reconhecer que, ainda hoje, o egresso das universidades carrega consigo algumas graves deficiências na sua formação acadêmica, comprometendo a sua empregabilidade (e, por consequência, a sua trabalhabilidade).

É aí que se impõe a educação continuada. O profissional que deixa de estudar tende a ficar à margem do mercado, achatando as suas perspectivas de atuação e desenvolvimento de carreira. Isso se aplica tanto no campo das empresas privadas quanto no serviço público.

Tenho refletido sobre isso já há muito tempo. Sete anos atrás, iniciamos aqui em Fortaleza um projeto voltado para a preparação de engenheiros para concursos públicos. A demanda não me surpreendeu, antes confirmou um cenário que eu projetara. Tem sido um trabalho árduo, mas muito estimulante. Os resultados obtidos desde então têm sido fantásticos (melhor dizendo, reais!). É um projeto que pretendemos continuar ainda por muitos anos, se Deus quiser, construindo no ENGECURSOS uma ambiência salutar para o crescimento humano e profissional.

Frequentemente, recebo mensagens de ex-alunos agradecendo pelo apoio, por terem sido aprovados em concursos. Eu costumo dizer apenas: você fez por merecer! Isso porque, sinceramente, reconheço que o mérito maior é do aluno, que se prepara com afinco e descobre o seu próprio caminho para estudar e aprender.

É fácil passar no concurso. Difícil é chegar a ele em condições de passar. Parece paradoxal, mas não é. Uma boa parcela dos que se inscrevem num concurso não está concorrendo de fato. Muitos não se preparam de forma alguma, outros se preparam de maneira desarranjada; outros, numa parcela bem menor, são os disciplinados e estarão, aí sim, no páreo. São estes que devem servir de referência.

As provas de concursos na área de Engenharia estão cada vez mais exigentes. Hoje não se cobra apenas o conhecimento, mas também a capacidade de análise, de assimilação e de enfrentamento de situações novas – ou seja, aquilo que realmente se espera do profissional engenheiro. Atualmente, as provas estão melhores, mais abrangentes, mais bem elaboradas, exigindo do candidato mais qualidade do que quantidade (de saber).

Já se disse tantas vezes que um concurseiro não estuda para passar, mas até passar. Não sei se concordo inteiramente com essa ‘máxima’. Certamente, um concurso, nos moldes como hoje se apresenta, não consegue selecionar rigorosamente os candidatos mais qualificados para o cargo, senão aqueles que se prepararam melhor para aquela prova específica, para o formato e o estilo de questões da banca. A prova também avalia o momento.

Muitos colegas engenheiros me perguntam qual o segredo para uma boa preparação para um concurso público. Eu sempre respondo que não há segredo único (melhor dizendo, há vários pequenos segredos). Basicamente, três ingredientes devem estar presentes, para a consecução efetiva de qualquer propósito ou projeto. São eles o foco, o entusiasmo e a perseverança. Cada pessoa deve estabelecer a dosagem, no seu ritmo. Vale dizer: celebre a cada dia uma nova conquista, dê um passo de cada vez. Vá com calma, mas com muita força e muita fé. Leiam bastante; estude o bastante. Você vai sempre efetivamente conseguir aquilo que você realmente quer!

Ninguém deve sentir-se desestimulado por não alcançar a aprovação no primeiro concurso. Pela experiência que tenho, acompanhando muitos alunos há alguns anos, posso afirmar que é rara a aprovação de primeira no seu concurso definitivo. Conheço, por outro lado, casos de colegas que se acomodaram no primeiro concurso e hoje lamentam por não terem prosseguido, almejando postos mais elevados na carreira.

Nunca é demais alertar o candidato para a necessária e especial atenção com o seu estado físico, psíquico e social. Afinal, só conseguimos produzir algo muito bom se estivermos motivados, animados com a perspectiva de um futuro melhor e sustentados por um ambiente saudável e prazeroso. Importa muito o apoio familiar durante o período de preparação para o concurso. Tudo isso, sim, tende a proporcionar as melhores condições para o êxito nos certames e para o sucesso na carreira profissional.